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As startups, govtechs e o combate à pandemia: artigo de Letícia Piccolotto na Istoé Dinheiro

25/04/2020

Os impactos da Covid-19 serão sentidos de maneira bastante peculiar no Brasil, em virtude das características econômicas e sociais do País. Decisões tomadas nos próximos dias representarão a diferença entre salvar centenas de milhares de pessoas ou lamentar não termos agido.

A Founder do BrazilLAB, Letícia Piccolotto, escreveu, neste mês de março, um artigo para a Istoé Dinheiro destacando a atuação de organizações e lideranças da área de tecnologia e inovação que estão comprometidas com o bem-estar público e atentas à relevância e urgência que o desafio do combate à pandemia do COVID-19.

Confira o artigo na íntegra:

Os impactos da Covid-19 serão sentidos de maneira bastante peculiar no Brasil, em virtude das características econômicas e sociais do País. Decisões tomadas nos próximos dias representarão a diferença entre salvar centenas de milhares de pessoas ou lamentar não termos agido.

A excelente notícia é que muitas organizações e lideranças da área de tecnologia e inovação estão comprometidas com o bem-estar público e atentas à relevância e urgência que o desafio nos impõe — e são muitos os exemplos que reforçam essa percepção. A campanha #StartupsVsCovid19 é um deles. Liderada pela Gonew.co e pela Associação Brasileira de Startups (Abstartups), que congrega mais de 12 mil empresas do setor, a campanha mobilizou ao menos 60 organizações que oferecem soluções tecnológicas fundamentais para o período que estamos vivendo — de teletrabalho até cursos em instituições de ensino.

Como fundadora do BrazilLAB, primeiro hub de inovação no Brasil dedicado a conectar o setor público ao universo das GovTechs (startups que ofertam soluções tecnológicas para enfrentar os desafios do setor público), tenho acompanhado com bastante atenção e entusiasmo os serviços que essas empresas oferecem para ajudar a população e os profissionais que trabalham na linha de frente do combate ao coronavírus. São soluções voltadas para gestão hospitalar, tecnologias para telemedicina e até aplicativos para monitoramento de dados epidemiológicos que serão fundamentais para trazer rapidez e efetividade ao enfrentamento da pandemia. Compartilho a seguir algumas iniciativas que estão fazendo a diferença.

O movimento Brasil sem Corona, criado pelas startups Colab e Epitrack, tem como base a estratégia de vigilância epidemiológica colaborativa. Ao fazer o download do aplicativo Colab, o cidadão recebe um questionário sobre seu estado de saúde. Com base nesses dados epidemiológicos, a plataforma gera um “mapa de calor” que mostra a disseminação do Covid-19 em determinada região. A ação ajudará os órgãos de saúde a ter previsibilidade sobre os riscos de contágio em todo o Brasil e a planejar e antecipar ações para combater a propagação do vírus, priorizando as regiões mais vulneráveis e com maior incidência da doença.

O atendimento médico virtual, ou telemedicina, tem se mostrado uma alternativa valiosa porque garante maior capacidade ao sistema de saúde, além de promover a segurança do paciente e dos profissionais, reduzindo as idas desnecessárias aos equipamentos públicos, como hospitais. A Doctoralia oferece sua ferramenta de telemedicina para que os médicos das Unidades Básicas de Saúde (UBS) realizem consultas por vídeo. Em Curitiba (PR), onde a solução já foi implementada, será possível atender ao menos 700 pessoas por dia.

E as experiências continuam. Atuando junto aos municípios, a healthtech UpSaúde oferece 15 salas e serviços de monitoramento remoto para casos suspeitos, além de sistemas de teleconsultoria, teleorientação, realização de consultas e o agendamento de atendimento para sala de priorização dos casos mais graves. Outros exemplos são a Universaúde, startup que tem realizado diversas ações para apoiar municípios, dentre elas a oferta de cursos para os gestores da área da saúde. E a Red Fox Tech, que liberou acesso gratuito à plataforma de gestão de agenda e comunicação com o corpo médico para todas as instituições de saúde que precisam organizar a dinâmica de plantões e escalas médicas durante o período de emergência trazido pelo coronavírus. Trata-se de um grande aliado para agilizar e otimizar a alocação das equipes.

Confira o artigo na íntegra no site da Istoé Dinheiro.

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