Vale do Silício agritech do Brasil recebe a primeira aceleradora de startups - BrazilLAB
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Vale do Silício agritech do Brasil recebe a primeira aceleradora de startups

07/08/2017

Com 550 metros quadrados, o espaço de coworking Pulse busca empresas com ideias inovadoras para o campo

A Raízen, em parceria com o fundo gestor de capital SP Ventures e a Nxtp. Labs inaugurou nesta quinta-feira (3/8) um espaço de coworking para hospedar startups voltadas à inovação no agronegócio. A aceleradora, batizada de Pulse, fica dentro do Parque Tecnológico de Piracicaba, no interior de São Paulo. Na cidade, também estão localizadas instituições como a Fatec (Faculdade de Tecnologia do Estado de São Paulo) e o IFSP (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo), além da sede administrativa da Raízen, maior grupo produtor de etanol, açúcar e bioenergia do país.

A região ficou conhecida como o “Vale do Silício Agritech do Brasil” e já abriga 38% das startups de tecnologia agrícola do Estado de São Paulo. “Este aqui será o Vale do Silício Industrial, não tenho dúvidas. A Raízen gerencia 1 milhão de hectares. Ou seja, o campo de testes para tudo que quisermos desenvolver com empreendedores, investidores e outros parceiros é enorme”, afirma Beto Abreu, vice presidente de etanol, açúcar e bioenergia da Raízen.

O espaço Pulse já conta com duas empresas de inovação amadurecidas e que atualmente fornecem soluções tecnológicas para acompanhia de açúcar e etanol. A Agrosmart, liderada por Mariana Vasconcelos, 26 anos, atua no monitoramento e gerenciamento de recursos naturais no campo. A startup Strider trabalha no setor de controle de pragas.

O coworking pode abrigar até 20 empresas. Segundo Fabio Mota, diretor da Raízen que liderou o trabalho à frente do Pulse, ideias para qualquer segmento do agronegócio podem ser selecionadas para desenvolver seu plano de negócios com a ajuda dos especialistas da empresa, investidores e outras startups.

A companhia também possui capital disponível para impulsionar esses novos negócios, conta Mota. Ele afirma que no primeiro ano de trabalho na aceleradora os empreendedores poderão usufruir de toda a infraestrutura sem pagar nada.

 

Via: Globo Rural

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